sexta-feira, 19 de novembro de 2010

NOVO ESPAÇO DE YOGA EM CAMPINAS

Estamos na contagem regressiva para inauguração de nosso espaço de yoga aqui em Campinas, o Padma Bhavam Yoga e Meditação. Agora faltam apenas 10 dias!!!
Para quem quiser saber mais sobre a nossa proposta com o espaço ou consultar horários de aulas, visite: www.padmabhavam.blogspot.com
Ou melhor ainda, depois da visita virtual, venha praticar e tomar um chá com  a gente!
Repito aqui a frase que mencionei na estréia desse blog e inspiradora desse sonho, que agora começa a se concretizar:
“Persiga sua bem-aventurança e não tenha medo, que as portas se abrirão, lá onde você não sabia que havia portas.” (Joseph Campbell)
O Padma Bhavam abre suas portas dia 30/11. Esperamos por você!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A ética e a felicidade

Olá Amigos,

Agora em novembro, eu e o Ivan faremos mais uma edição do nosso Workshop: Ética e Felicidade”, dessa vez no Espaço Samatva, em Barão Geraldo, Campinas.

Essa será a quarta edição do evento ao longo desse ano e ficamos felizes em poder compartilhar com tanta gente aquilo que temos aprendido nesse nosso caminho do yoga. Mais do que isso, cada encontro tem sido uma oportunidade de troca e aprendizado e agradecemos a todos os participantes por contribuirem para enriquecer esse conhecimento.

Nesse workshop apresentaremos como diferentes linhas de pensamento do Ocidente e Oriente abordam o tema da Ética e da Felicidade, com enfoque para a visão do yoga.  O propósito de um evento como esse é de trazer para nossa reflexão conhecimentos  e práticas que estão relacionadas diretamente ao nosso dia-a-dia e que podem nos ajudar no relacionamento com o outro e com nós mesmos para uma vida feliz.

Com bastante interação e troca entre os participantes, vamos deixando esses conceitos brotarem naturalmente. A cada experiência, vamos confirmando o fato de que os princípios éticos não são regras marcadas na pedra, mas vivem e  vibram em cada um de nós.

Praticar yoga fora de nossos tapetinhos é um desafio, mas é aí que começa realmente a nossa jornada. Vamos começar a caminhar!

Workshop: “A ética e a felicidade”
Data: 20/11 das 10h às 12:30h

 Local: ESPAÇO SAMATVA
R. José Martins, 1991
Barão Geraldo - Campinas
Investimento: até 22/10 – R$ 50,00 Após 22/10 – R$ 60,00
Inscrições: (19) 8110-4855 ou 3384-9365

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Praticando yoga 24 horas de seu dia

O prof. Marcos Rojo costumava dizer em suas aulas que yoga se pratica 24h por dia e não às terças e quintas das 7 às 8 da manhã. No começo é difícil entender o que isso realmente significa.

Dedicar um período do seu dia para fazer uma aula de yoga ou sua prática pessoal é um exercício para despertar o yoga dentro de você e o começo pra estender essa vivência ao seu dia-a-dia. Não, não é um caminho fácil. Mas se respirar melhor e expandir seu corpo em diferentes posturas, já traz uma sensação de bem-estar, viver o yoga significa entrar em contato com aquilo que todos nós buscamos: a felicidade.

Praticar sobre seu tapetinho é como uma metáfora da vida. As posturas mais difíceis podem se colocar como uma impossilidade ou ter o gosto bom de um desafio. Olhar dentro de si pode trazer inquietude, medo ou aguçar a sede da descoberta. Trabalhar o corpo nos abre muito mais do que possibilidades físicas. Até porque não somos um ser dissociado. Corpo, mente, emoção, espírito: somos tudo isso junto. E o que pensamos, o que sentimos, pulsa no corpo.

Coloco-me numa postura. Permaneço nela. Sinto. Consigo alcançar as canelas.... Será que posso um pouco mais? Até quando persisto? Insisto? Desisto? Tento um pouco mais? Onde está meu limiar? Nesse diálogo interno aparentemente banal me deparo com questões existenciais mais profundas. Como me deparo frente às dificuldades? Por que quero ir além? Se o corpo dói, como aceito minhas próprias limitações?

Cultivar o contentamento, a perseverança, o amor, a busca pelo auto-conhecimento, a veracidade são alguns dos alicerces da prática. E como filosofia prática que é, o yoga nos ensina isso desde que nos colocamos sobre nossos tapetes. Como respeito meus limites? Como me aceito da forma que sou? Como me porto diante do novo, dos desafios, das dificuldades?

Cada dia a prática se revela de uma forma. Ainda que façamos continuamente uma mesma sequência de posturas, ela será sempre diferente. Um dia parecerá tudo fácil e fluido, em outro, é possível que você sinta dificuldade em algumas posturas ou que a prática lhe pareça pesada. Um dia a respiração virá naturalmente ampla e profunda, em outros, curta e acelerada.

Perceber, sentir, entender os padrões do corpo, interfir, permitir-se novas perspectivas e novas posturas nos possibilita um novo olhar diante da vida.

O quanto me coloco assim presente em outras situações do meu dia? No calor de uma discussão sei dizer como está minha respiração? Como organizo meu corpo, me defendo, me imponho, me entrego? Posso intencionalmente mudar esses padrões automáticos de reagir?

E é aí que começam os grandes desafios. De repente, quando sua prática de terças e quintas parece ir super bem, seu corpo está mais flexível e você parece respirar melhor, lá fora, distante do seu tapetinho, as coisas não parecem tão bem. Dá vontade de ficar ali mais um tempo, sem o burburinho que vem de fora. Acontece que a sua prática não está dissociada das coisas a sua volta. Manter um estado de presença diante dos altos e baixo da vida e poder agir e não reagir, é fazer do yoga parte da sua vida.

Como lidar com a dor? Como lidar com a perda, com problemas de relacionamento, com o medo, com as incertezas de um futuro próximo? Até onde posso avançar? Insisto? Desisto? Onde está meu limiar? Às vezes as perguntas são as mesmas.... Mas lidar com os desafios da vida parece infinitamente mais difícil.

Nesses momentos turbulentos são os alicerces da prática que nos sustentam. Podemos nos sentir acolhidos num sentimento de compaixão ou alimentados de um fogo interno, que nos purifica e nos permite transpor os desafios. Nesse exercício contínuo de viver o yoga, ele vem e vai.

Nessas horas, o tapetinho é meu refúgio, mas não minha fuga. Ali, dói também o corpo. Mas a energia gerada por tantos anseios, dúvidas, mágoas e receios, se reclicla, se renova, se transforma. Quase como uma prece, me entrego, respiro, espero. E as respostas vêm.

Artigo publicado na Revista Prana Yoga Journal - jun/2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

Praticando ashtanga vinyasa yoga na gravidez

Frequentemente sou questionada sobre a possibilidade de se praticar asthanga na gravidez. Também me pedem por dicas e orientações em relação ao que é necessário adaptar à prática durante a gestação, então me propus a escrever esse artigo para esclarecer as dúvidas em torno do assunto e relatar algumas das minhas experiências com a prática durante a gravidez.

Para uma gestante que nunca praticou yoga ou nunca teve contato com o ashtanga vinyasa, eu acredito que uma prática menos rigorosa ou mesmo uma aula específica para gestantes seja o mais indicado. Por outro lado, para aquelas que já praticam a modalidade, não havendo nenhum impedimento médico para a realização de atividades físicas, acredito que a prática possa ser extremamente benéfica.


É preciso sim fazer diferentes adaptações à prática, que vão variar ao longo de cada período da gravidez. Cada gestação é diferente da outra e às vezes o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. É importante contar com a ajuda de um professor experiente, praticar com cautela havendo alguma dor ou sensação de desconforto e principalmente, abrir-se para experimentar a prática de uma nova forma, escutando sua intuição.

Muitas das dicas que tratarei aqui se baseiam na minha própria experiência praticando durante a gravidez e no contato com alunas gestantes. De qualquer modo, reforço a importância de, além de observar as orientações dadas por um professor ou às que proponho aqui, estar atenta as sensações que chegam de seu próprio corpo.

No início da gestação o corpo ainda sofreu poucas transformações e é normal querer continuar praticando da mesma forma de antes, mas é justamente nos primeiros meses, quando os riscos com o feto são maiores, que os cuidados devem ser mais intensos. Muitos professores recomendam que se interrompa a prática até os três primeiros meses para retomá-la a partir do 4º mês. Acredito que isso depende muito de cada caso. Muitas mulheres se sentem cansadas, com enjôos e sem energia durante esse estágio inicial da gravidez e me parece mais indicado que se faça uma prática mais suave durante essa fase. Eu mesma me senti bastante cansada a partir do 2º mês e fui orientada a dar uma pausa na prática, mas senti que fazer as saudações ao sol e algumas das posturas iniciais da sequência me ajudavam a ficar mais disposta ao longo do meu dia. Durante o 2º e 3º mês mantive uma prática adaptada mais enxuta, com ênfase nas saudações ao sol, posturas de pé e algumas posturas restauradoras, fazendo um longo relaxamento ao final. A partir do 4º mês, quando a sensação de cansaço e os enjôos cesaram, voltei a praticar novamente a série completa, introduzindo algumas modificações.

Logo no inicio da gestação, é preciso evitar as posturas que façam pressão sobre o abdômen, como algumas das torções. Excluí da sequência a Parivritta Parshvakonasa, mas mantive durante dos primeiros meses a a Parivritta Trikonasana, que apesar de ser um torção, não pressionava o abdômen. Quando a barriga ainda não havia crescido eu também realizava as torções sentadas da Marychiasana C e D, mas não de forma completa. Apenas torcia levemente o tronco , inclinando-o um pouco para trás, de forma a distanciar o abdômen da coxa. Muitas vezes, as gestantes me perguntam se é preciso eliminar as torções de sua prática. Como mencionei antes, o importante é não pressionar a barriga, mas há como fazer diversas torções de forma suave, sem que haja esse tipo de pressão. Acredito que a execução dessas posturas de forma cuidadosa pode ajudar muitas vezes a aliviar dores na lombar, que costumam ser bastante comuns nesse período.

Na saudação ao sol, passei a caminhar ao invés de saltar e também comecei a praticá-la com os pés levemente afastados, dando mais espaço para a barriga nas flexões à frente. A distância entre os pés pode ir aumentando, conforme a barriga cresce.

Para as praticantes que já dominam os bandhas é difícil deixar de fazê-los no início, mas o uddhyana deve ser evitado, justamente pela contração que acaba ocorrendo no abdômen. Quanto ao mula-bandha, ele pode ser benéfico para fortalecer a região do períneo.

Outras posturas, como a Kurmasana também não devem ser realizadas, mas para aquelas que já executavam a postura, é possível trabalhar com variações. Manter ou não determinada postura depende não apenas da condição da praticante na gestação, mas também do domínio que ela tinham em relação a determinada postura antes da gravidez. Se a postura era realizada com dificuldade, não recomendo que continue sendo praticada na gestação. Por outro lado se a postura era executada tranquilamente sem alterações no ritmo respiratório, então é possível que se possa continuar a realizá-la, muitas vezes introduzindo pequenas alterações.

E as invertidas? Essa é uma questão que divide opiniões... Já ouvi muita gente dizer que não são indicadas e há outros que não fazem restrições a executar algumas delas, de acordo com a condição da gestante. Eu realizei boa parte das invertidas durante a gestação e apenas fui eliminando-as da minha sequência próximo ao 8º mês, quando a barriga havia crescido bastante. Para minhas alunas, oriento a fazer as posturas invertidas apenas caso já as executassem com segurança e estabilidade antes da gravidez. Não aconselho fazê-las no intervalo entre o 1º e o 3º mês, nem no final da gestação. Também peço que observem com atenção às sensações e à respiração, e que deixem de praticá-las, havendo algum tipo de desconforto. Eu particularmente não me sentia bem fazendo a Halasana (Arado), nem a Salamba Sarvangasana (Vela), mas gostava de fazer a Urdhva Padmasana e a Sirsasana. A Karna pidasana e a Pindasana eu recomendo excluir da sequência, ja que podem exercer pressão no abdômen. Também acho conveniente não praticar a Uttana Padasana, já que sem a execução do udhyana bandha, essa postura pode sobrecarregar a região lombar.

Respirar de forma lenta e profunda. Isso é talvez o mais importante, independente de que postura se está realizando. A respiração é o aspecto chave numa prática como essa e na gravidez, ainda mais, é importante que não se tenha grandes alterações no ritmo respiratório.

Entrar em contato com as sensações que vem do corpo e aguçar essas percepções é algo de especial que a prática pode trazer. E ao fazer isso, vamos nos abrindo para o novo.

Aprendi durante minha prática na gravidez a desacelerar. Passei a experienciar diversas posturas de forma diferente. Deixei a intuição me conduzir em muitos momentos, me dizendo quando parar e me inspirando a experimentar uma postura sob novo enfoque. A prática ficou mais introspectiva, mais profunda, a respiração, ainda mais lenta. E o cansaço dos primeiros meses foi substituído por uma grande vitalidade.

Senti uma enorme transformação em minha prática durante a gravidez, que me trouxe um novo entendimento sobre a prática de ashtanga. Não um entendimento racional, mas algo que vivenciei no corpo. A respiração adquiriu uma dimensão mais profunda. O fluir da prática ficou mais compassado. Aceitação, entrega , amorosidade e coragem pulsando nesse novo corpo. Os pés pareciam se enraizar no chão. Numa Trikonasana, numa Virabhadrasana eu me sentia estável, firme, inteiramente presente. Não importava a postura que viria a seguir, mas a que se fazia no instante.

O instante.

Ali estava eu e minha bebê naquele dialógo silencioso da nossa respiração e pulsar.

No trabalho com o corpo se experimentam muitas dores. Não falo aqui de uma dor relacionada a lesões , mas dessas dores transformadoras, quando rompemos com determinados padrões posturais ou couraças. Na prática diária as enfrentamos. Não de armas em punho, mas com nosso fogo interno, peito aberto, respirando. Com cor-agem,numa ação determinada, um agir do coração. Na hora do parto também vem a dor. Dor que é também de transformação. E nesse esforço compartilhado, mãe e bebê vivem plenamente o instante. Respiram e pulsam.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Aula aberta de Ashtanga Vinyasa Yoga em Campinas

Venha conhecer e praticar Ashtanga Vinyasa Yoga nesse aulão aberto para iniciantes
dia 25 de maio no Espaço Habitat - Taquaral - Campinas

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Workshop: A ética e a felicidade

Workshop "A ética e a felicidade" terá mais 3 edições nesse semestre.

Confira as datas e locais:

Dia 21/05 às 19h
Campinas
Espaço Habitat
R. Baronesa Geraldo de Resende, 385
Taquaral - Campinas
Inscrições: (19) 9606-5220 (Nanci ) / (19) 8107-1760 (Giselle)
email: mahadevi.escoladeyoga@gmail.com 
http://www.espacohabitat.com.br/

Dia 25/06 às 19h
Alphaville
Studio Terra
Al. Araguaia, 762 sl 45 S
Shopping Flamingo, Alphaville
Inscrições: (11) 4191-9254
http://www.studioterra.blogspot.com/

Dia 26/06 às 9:30h
São Paulo
Prema Yoga
R. Maria Figueiredo, R. Maria Figueiredo, 189 (Metrô Brigadeiro)
Paraíso - São Paulo
Inscrições: (11) 3283-0884
http://www.premayoga.com.br/

Veja o programa:

Workshop: A ética e a felicidade

A reflexão sobre ética e felicidade tem atravessado os milênios e está presente em diversas tradições . Nesse workshop apresentaremos como diferentes linhas de pensamento do Ocidente e Oriente abordam o tema, com enfoque para a visão do yoga, filosofia milenar que teve origem na Índia.

Os princípios éticos são a base da prática yóguica e o que conduz nossos relacionamentos com os outros e com nós mesmos na busca, inerente a todo ser humano, pela felicidade.

Discutiremos como conceitos e práticas do yoga, difundidas há mais de 2000 anos atrás, podem se aplicar ao nosso dia-a-dia; e atráves de uma dinâmica em grupo, exploraremos o entendimento desses conceitos e suas inter-relações.

 Condução: Ivan Zacharauskas e Vanessa Malagó


segunda-feira, 29 de março de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

sábado, 20 de fevereiro de 2010

O QUE É O ASHTANGA VINYASA YOGA?


Ashtanga Vinyasa Yoga é um estilo de hatha yoga praticado em séries fixas de posturas, que tem a respiração como fio condutor. É um estilo vigoroso e fluido, que desenvolve flexibilidade, força, capacidade aeróbica e concentração, procurando trazer ao praticante a experiência da meditação em movimento.
O Ashtanga Vinyasa Yoga foi desenvolvido pelo mestre indiano Krishnamacharya, a partir de um antigo texto em sânscrito denominado Yoga Korunta. Pattabhi Jois, um de seus discípulos mais próximos, foi quem ajudou a disseminar o estilo ao redor do mundo. Ele fundou em 1947 o Ashtanga Yoga Research Institute (
http://www.kpjayi.org/) , em Mysore (Índia), que hoje recebe centenas de pessoas interessadas em praticar o Ashtanga Vinyasa.
O método tradicional com que se ensina essa prática é conhecido como estilo Mysore, por se tratar da mesma forma utilizada por Pattabhi Jois para ensinar em Mysore (Índia). Neste tipo de aula, cada aluno trabalha no seu próprio ritmo e o professor realiza ajustes quando necessário e dá as orientações de forma individualizada. Mesmo que a aula aconteça em um grupo, as instruções são personalizadas, levando em consideração as diferenças de cada aluno, seu corpo, suas habilidades e dificuldades.
Nas primeiras aulas, o aluno aprende o começo da série, repetindo algumas vezes as posturas aprendidas, a fim de fixá-las. Conforme evolui em sua prática e à medida que memoriza a seqüência, novas posturas são incluídas nas aulas seguintes.
A prática leva cerca de 1 hora para um iniciante que ainda está aprendendo a seqüência, e por volta de 1 hora e 30 minutos para àqueles que realizam a seqüência completa.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE O YOGA

O que é yoga?
Díficil explicar em poucas palavras algo que abarca tantos significados.
Comecei a praticar porque queria alongar meu corpo e os exercícios me pareciam mais desafiadores do que numa aula de ginástica convencional. Em pouco tempo, essa primeira impressão foi tomando outra dimensão e quando percebi, estava tomada por novas sensações.
Eu, que tentava me entender pelas palavras, sentia agora o corpo me revelando pequenos mistérios, pulsares. A respiração ora descompassada, depois lenta e profunda. As emoções moldando músculos, aflorando da pele. O fluxo contínuo de pensamentos intercalado por pequenos silêncios.Meu corpo se expandindo e se abrindo para um olhar de dentro.
Esse é apenas o começo do caminho. O que o yoga propõe é essa viagem em busca de si mesmo. Aprender a escutar seu coração e ouvir seu chamado.

“Persiga sua bem-aventurança e não tenha medo, que as portas se abrirão, lá onde você não sabia que havia portas.” Joseph Campbell